pum no rumo

Era um domingo nublado, o sol apareceu algumas vezes, as nuvens atacavam meu estomago e eu como sempre, atrasada pro ônibus, maldita cidade, bendita áurea e pessoas que a habitam, as maos suavam e meu amor me olhava com olhar de ida sem volta, o que eu mais temia no momento era a duvida, se cagar ou na velo mais. Pela beirada da rua de chão batido cercada de verde la estava o famigerado "Rumo" onde habitavam cogumelos amigáveis, um rio cuja correnteza levitava entropiando alguns pensamentos... uma olhada pro céu outra pros teus olhos, assim saiu o que estava preso, a algum tempo, desabrochou, o pum no rumo, antes fosse a flor negra que sempre almejei, molhou minha calcinha bege, enquanto fumava um bauro olhando a imensidão do céu, a imensidão do meu intestino grosso se manisfestou, entre levadas e adas de água gelada na bunda, descobri que lavar a bunda no rio, realmente é satisfatório, no mais minha calcinha alegrava a galerinha que frequenta ou frequentava o ambiente, depois de passos largos e suspiros vaginais, AR PURO! nao perdi o busao..

episodio de desarranjo intestinal do ponto "historias de quando me caguei"
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