Voce que ela na sua cama
com as pernas abertas e os olhos em expansão
o céu é um narcótico com ossos blackjack
desculpe cara, eu tenho uma incisao no meu intestino
voce sabe como eu gozei com a faca usada para destruir o meu rosto
Olhe para suas veias sangrando sua vagabunda suicida
Ângela querida, nao sabia desse seu lado escritora maldita escrota, aushaugduash curti o blog, se quiser podemos conversar uma hora dessas sobre poesia. abraço!
Era um domingo nublado, o sol apareceu algumas vezes, as nuvens atacavam meu estomago e eu como sempre, atrasada pro ônibus, maldita cidade, bendita áurea e pessoas que a habitam, as maos suavam e meu amor me olhava com olhar de ida sem volta, o que eu mais temia no momento era a duvida, se cagar ou na velo mais. Pela beirada da rua de chão batido cercada de verde la estava o famigerado "Rumo" onde habitavam cogumelos amigáveis, um rio cuja correnteza levitava entropiando alguns pensamentos... uma olhada pro céu outra pros teus olhos, assim saiu o que estava preso, a algum tempo, desabrochou, o pum no rumo, antes fosse a flor negra que sempre almejei, molhou minha calcinha bege, enquanto fumava um bauro olhando a imensidão do céu, a imensidão do meu intestino grosso se manisfestou, entre levadas e adas de água gelada na bunda, descobri que lavar a bunda no rio, realmente é satisfatório, no mais minha calcinha alegrava a galerinha que frequenta ou frequentava o ambiente, depoi...
Noite de sabado voltando de um show de anoes a estrada estava escura eu parecia nada sobria Estou indo a caminho da luz meu amor me espera na ruina soltando pedras pelo caminho para que nao tenha mais do que me assustar Eu quero fechar os olhos; eu quero cair sentir seu ponto fraco, super Tom mas minhas palavras ainda sao armas palavras que com belas rosas formam uma roseira com espinhos que furam o verde dos seus olhos seu maior escudo Chegara um dia que esse odio ja nao importara o amor nos torna velhos e os desejos nos tornam sujos esta na hora de partir, o sino toca tom, tom, tom o sino dos amores que se apagaram com o tempo amores que se foram com o vento ao som do sino que adoecem o coraçao de um menino cego.
Assim eu queria meu ultimo suspiro de poluição emocional lembraremos de nossas merdas e nossas injurias de ódiamor maçante, se eu ao menos tivesse um pingo de traço de beleza falsificada cascau que desgraçadamente te atrai, talvez sentiria mais compaixão por esse vinculo jeca da fisionomia exterior deteriorada das carcaças xexelentas abençoadas, ô graça que perturba e nao satisfaz.
Ângela querida, nao sabia desse seu lado escritora maldita escrota, aushaugduash
ResponderExcluircurti o blog, se quiser podemos conversar uma hora dessas sobre poesia. abraço!